HISTÓRIA

À Força Aérea, em termos de Reconhecimento e Inactivação de Engenhos Explosivos (RIEE), coloca-se uma ameaça constituída por dois vectores:

 

  • O primeiro constituído pelos engenhos explosivos convencionais, acidental ou deliberadamente não detonados, que por avaria ou deterioração constituam perigo para o pessoal, material e instalações, e que prejudiquem o normal desenrolar das operações;
  • O segundo constituído pelos engenhos explosivos improvisados de emprego normalmente associado a objectivos de sabotagem e de carácter terrorista.

 

A ameaça EEC (Engenho Explosivo Convencional) em tempo de paz, resumir-se-á em princípio, aos problemas eventualmente postos pelo nosso próprio material ou pelo material utilizado pelas forças aliadas operando em território nacional. Em tempo de guerra a ameaça está avaliada, descrita e parcialmente quantificada e enquadra-se no âmbito da Sobrevivência em Combate.

 

A ameaça EEI (Engenho Explosivo Improvisado), ao contrário do que sucede com a ameaça EEC, é bastante mais imprecisa e difícil de quantificar, dado que depende de diversos factores, variáveis em função do momento e de circunstâncias dificilmente previsíveis.

 

Pode pois dizer-se que se trata de uma ameaça permanente e até que ela representa a mais directa, efectiva e provável das ameaças RIEE em tempo de paz, traduzindo-se em tempo de guerra num aumento significativo de incidentes como meio de afectar a moral das NT e de atingir determinados objectivos estratégicos. Nestes dois vectores incluem-se também os engenhos explosivos Biológicos, Químicos e Radiológicos, quer sejam convencionais ou improvisados.


10 de fevereiro de 2014


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